Caixa — Minhas próprias operações
GET /v1/events/{eventId}/cashier/operations — é o "extrato" (ver
Consultar e ativar wallet → extrato),
só que ao contrário: em vez de todas as movimentações de uma wallet, é
todas as operações que você mesmo fez, em quantas wallets diferentes
tiver mexido. Sempre autoserviço — não existe parâmetro pra ver a
atividade de outro caixa, é sempre a sua própria, identificada pelo seu
próprio token.
curl "http://127.0.0.1:8787/v1/events/{eventId}/cashier/operations?limit=20" \
-H "Authorization: Bearer <accessToken do caixa>"
{
"items": [
{
"transactionId": "018f26d7-...",
"type": "recharge",
"userId": "018f26d7-...",
"walletId": "018f26d7-...",
"amountMinor": 5000,
"occurredAt": "2026-09-03T16:30:29.377Z",
"paymentMethod": "cash",
"note": null,
"createdByOperatorUsername": "CX-55130771",
"createdByOperatorDescription": "Entrada Principal"
}
],
"nextCursor": null
}
Aqui createdByOperatorUsername/createdByOperatorDescription são sempre
os seus mesmos — esse endpoint é autoserviço.
Mesmos filtros/paginação do extrato de wallet (type, occurredAfter,
occurredBefore, sortDirection, limit, cursor), mais um a mais:
userId, pra filtrar só as operações feitas num participante específico.
Diferença importante: occurredAfter aqui tem um teto — a API nunca
mostra nada com mais de 48 horas, não importa o que você peça. Não é um
valor padrão que dá pra contornar; é um limite de verdade, imposto pelo
servidor. Existe porque não há conceito de turno de caixa ainda — sem um
"início de turno" formal, essa janela fixa evita que a sessão do caixa
consiga navegar um histórico enorme e desnecessário.
Esse endpoint é só de identificação — serve pra você mesmo conferir o que fez (ex.: bater com o caixa físico no fim do dia), não existe (ainda) nenhuma ação de estorno de recarga a partir daqui.